O CNJ, que tem como missão dar racionalidade à Justiça, ainda perde muito tempo com futilidades.
Os juízes do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás, insistindo em ser designados por desembargadores, mudaram seu tratamento por meio de uma resolução, passando a ser, assim, chamados de desembargadores federais do trabalho. Talvez acreditem que, dessa maneira, fiquem mais importantes. Mas alguém acabou com a festa e encaminhou uma reclamação ao CNJ contra essa resolução, apontando os custos que o erário terá por conta da vaidade dos "novos desembargadores": troca de carteiras funcionais, confecção de novos formulários para todo o tribunal nas diversas serventias e assim por diante. Não bastasse isso, todos os 15 conselheiros do CNJ, por conta da vaidade dos magistrados goianos, perderão preciosas horas para definir se juiz tem que ser chamado de juiz ou de desembargador.
É mole?!
Os juízes do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás, insistindo em ser designados por desembargadores, mudaram seu tratamento por meio de uma resolução, passando a ser, assim, chamados de desembargadores federais do trabalho. Talvez acreditem que, dessa maneira, fiquem mais importantes. Mas alguém acabou com a festa e encaminhou uma reclamação ao CNJ contra essa resolução, apontando os custos que o erário terá por conta da vaidade dos "novos desembargadores": troca de carteiras funcionais, confecção de novos formulários para todo o tribunal nas diversas serventias e assim por diante. Não bastasse isso, todos os 15 conselheiros do CNJ, por conta da vaidade dos magistrados goianos, perderão preciosas horas para definir se juiz tem que ser chamado de juiz ou de desembargador.
É mole?!
29.6.09
Júlio César
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